Cremação alternativa a enterro tradicional

 

CREMAÇÃO ALTERNATIVA A ENTERRO TRADICIONAL

 Forno crematório alternativo ao enterro tradicional

Câmara diz que a procura está a crescer e admite avançar ou entregar a privados instalalação do sistema

2011-01-25

TERESA CARDOSO

A Câmara Municipal de Viseu (CMV) está disposta a investir, ou a desafiar privados a fazê-lo, na instalação de um forno crematório alternativo aos enterros tradicionais. O aumento do número de pessoas que admitem optar pela  cremação, é a justificação avançada.

A hipótese de instalação de um forno ou de um complexo crematório em Viseu, analisada na última reunião do executivo, está a ser estudada pelos serviços técnicos em relação à sua localização. O presidente da autarquia, Fernando Ruas, admite que o equipamento possa funcionar em espaços municipais ou ser entregue à iniciativa privada."Há uma crescente procura da cremação no concelho de Viseu. E como os crematórios mais próximos se localizam no Porto, S. João da Madeira e Figueira da Foz, importa encontrar uma solução para os cidadãos que optem por esta solução", justifica o autarca.

O distrito registou em 2010 um total de 3839 óbitos, dos quais 1888 reportam ao concelho de Viseu. Destes, segundo empresários do sector funerário, cerca de meia centena terão tido funerais com cremação. Uma informação que não coincide com a que foi avançada pelo Ministério da Justiça, que fala em apenas um caso de cinzas. A discrepância terá a ver, ao que apurou o JN, com a liberalização do assento de óbitos e a trasladação de corpos para as terras de origem.

"Só a semana passada, que eu saiba, foram cremadas três pessoas de Viseu. A procura está a aumentar. E só não é maior, porque ainda há quem pense que é mais caro", confirma José Ferreira, empresário do sector.

Um funeral dito normal pode custar entre 1500 a 1700 euros e um com cremação pode chegar até aos 1800. "Como se vê, não é muito mais. O problema reside, de facto, como alerta o presidente da Câmara, na necessidade de recorrermos a fornos fora do concelho", acrescenta José Ferreira.

No país existem actualmente 14 crematórios. Alguns são simples fornos, colocados em estruturas municipais, no caso cemitérios, enquanto outros são complexos que integram várias valências.
"Chegam a ter serviço de bar, espaço para as crianças brincarem e salas para velórios. O que faz com que uma estrutura destas tenha custos sempre superiores ao milhão de euros, o que é muito para um só investidor. A solução é a Servilusa, que tem capitais espanhóis e administração nacional, ou uma parceria entre as agências funerárias e a Câmara de Viseu", conclui o mesmo empresário.

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