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Porquê optar pelo jazigo para o seu ente querido

A última morada, independentemente das crenças religiosas de cada pessoa, é um local importante e simbólico, o qual as pessoas poderão visitar, de forma a prestarem, quando entenderem, uma homenagem ao falecido. Porém, como é natural, nem sempre é fácil escolher um monumento adequado ao efeito, mas, mesmo assim, existem opções ao seu dispor que têm a sobriedade que se exige para essas alturas, como é o caso do jazigo.

jazigo

É inegável que o falecimento de um ente querido é sempre uma situação que coloca diversos desafios emocionais e logísticos que temos forçosamente de enfrentar, para cumprirmos com as nossas responsabilidades enquanto familiares e proporcionarmos um local de destino final que corresponda às expectativas das pessoas e, naturalmente, respeite a memória do falecido. Existem, contudo, algumas soluções, como os jazigos que apresentam algumas vantagens, em detrimento de outras opções.

Estas soluções, normalmente, permitem que se possa implementar uma estrutura bonita, que se distinga de outras campas e jazigos envolventes, para que possa identificá-la rapidamente e, em simultâneo, ter algum descanso de espírito ao saber que conseguiu criar um lugar de descanso final adequado.

Porquê optar pelo jazigo para o seu ente querido?

A escolha de uma estrutura de cobertura adequada para a sepultura é, por vezes, difícil, especialmente quando não existe um suporte financeiro que permita implementar uma campa e jazigo em conformidade com as suas intenções.

Porém, existem soluções adequadas para vários tipos de orçamentos e os jazigos, em concreto, permitem que as famílias usufruam de várias opções não só em termos de preços, mas também em termos de materiais, como o mármore ou granito, bem como de formatos, discretos ou mais memoráveis, de acordo com os desejos do falecido ou com a sua personalidade. Esta estrutura fúnebre, como é natural, deverá, acima de tudo, respeitar a memória do falecido, criando um lugar condigno para o seu descanso final e passível de ser homenageado por outras pessoas.

Nessa altura, terá também a oportunidade, se assim entender, optar por um jazigo perpétuo, assegurando, desde logo, um espaço permanente para o falecido, evitando futuras preocupações quando não há necessidade de uma futura trasladação.

Como escolher um jazigo num altura difícil?

Quando um ente querido falece, é compreensível que não exista lucidez e discernimento para tratar de todos os aspetos logísticos relacionados com o funeral, razão pela qual uma agência funerária é importante, para retirar precisamente este peso dos ombros dos familiares.

A Lusitana, enquanto reputada agência funerária, poderá facultar-lhe todo o apoio logístico que precisa nesta altura sensível, disponibilizando-lhe, desde o início, não só um serviço de atendimento sem interrupções, veículos e equipas especializadas, mas também um leque de serviços de grande qualidade, desde os serviços de florista ou de fornecimento de água, café e chá para apoiar o velório, até ao nosso aconselhamento personalizado para a escolha e aquisição de um jazigo condizente com as suas expectativas.

Desta forma, se gostaria de usufruir de assistência profissional para lhe ajudar a lidar com qualquer procedimento inerente a um funeral, não hesite e contacte-nos, para que possamos facultar-lhe toda a ajuda que necessita.

 

O jazigo desmistificado: arte e vida na sua decoração

Em geral, os cemitérios são tidos como locais ermos, tristes, desolados e até macabros. A contribuir para tal ideia, o jazigo enquanto ponto integrante dos cemitérios parece trazer um maior significado negativo e melancólico – tanto por ser construído em pedra, um material frio, como por se saber que é nessa edificação de tamanho pequeno ou médio que se encontram os corpos de quem já faleceu. jazigo

No entanto, os jazigos têm significados bastante mais ricos – não só enquanto forma tradicional de albergar os mortos numa sepultura mais complexa, mas também por serem uma forma de arte, capaz de veicular mensagens simbólicas. Aliás, o jazigo é um local sinónimo de abrigo e refúgio. Famílias inteiras podem aí encontrar-se sepultadas, envolvidas por elementos simbólicos diversos.

 

A arte fúnebre não tem de ser melancólica

No Museu do Louvre, em Paris, a ala dedicada à arte grega alberga alguns túmulos esculpidos de maneiras únicas: casais que aí repousavam juntos são retratados com grandeza na forma de esculturas embutidas nas suas próprias sepulturas, personalidades relevantes nas cidades que são “guardados” por divindades profusamente representadas na pedra que guardavam os seus corpos.

Tal como os túmulos, também os jazigos podem (e devem) ser admirados como uma forma de arte. Um jazigo é também um local de comemoração da vida de alguém e há quem represente os seus feitos e conquistas terrenas dessa forma, na pedra.

No século XIX era mesmo comum os indivíduos mais ricos contratarem os melhores artistas escultores da Europa para produzirem os seus jazigos e túmulos e foi por volta da mesma época que as ferramentas mecânicas e eléctricas mais avançadas começaram a permitir uma ainda maior grandiosidade nestes trabalhos antes manuais. Desta forma, a sofisticação da arte funerária aumentou e os custos da sua realização diminuíram – e puderam ser acrescentados a um jazigo outro tipo de elementos, como grades e portas de metal.

 

A beleza das imagens começa a desmistificar os cemitérios

Em Portugal, um dos cemitérios mais admirados pela beleza das suas sepulturas é o Cemitério dos Prazeres, em Lisboa.

Uma reportagem de Fevereiro de 2014, no Jornal I, retrata-o como um local onde “se contam histórias através de um percurso que junta romances que se tornaram conhecidos por desafiarem as regras sociais da época.” De facto, a arte funerária também conta histórias e até a própria História.

Por isso é que, nos últimos anos, se tem verificado a desmistificação dos cemitérios. O surgimento de um tipo de turismo ligado à apreciação dos cemitérios como locais nobres e artísticos que o comprove. Tal como num museu, os visitantes são convidados a descobrir as histórias e a História inscritas nas sepulturas, a apreciar a beleza das imagens e o trabalho levado a cabo por artistas ao longo dos séculos em cada túmulo e jazigo.

Jazigo: dê conforto eterno ao seu ente querido

Tradicionalmente, um funeral para jazigo representa a mais luxuosa e exclusiva das opções funerárias.

Dê a melhor recordação aos seus entes queridos, oferecendo um lápide ou campa, um jazigo, placas memoriais ou somente floreiras. Temos uma grande experiência na construção e detalhe de campas e jazigos em mármore e granito.

A AFLUSITANA tem a possibilidade de realizar qualquer tipo de trabalho em mármore ou granito, de forma a poder apresentar o melhor trabalho em honra a seu ente querido. Desde uma campa mais simples e económico, até um magnífico jazigo de luxo familiar.

As pedras naturais, são excelentes pela sua durabilidade e facilidade de manutenção e limpeza, podendo ser colocada diretamente em jardins fúnebres ou em cemitérios.

Mas afinal… o que são jazigos?

Jazigo é um túmulo onde são colocados restos mortais (corpos, ossadas ou cinzas). Normalmente são construções em forma de pequena capela, sendo também usual encontrarmos jazigos subterrâneos.

O início da construção dos jazigos deveu-se à necessidade de prestar homenagem póstuma para que a pessoa pudesse ser sempre lembrada.

Estas edificações eram feitas para um líder ou uma pessoa importante da sociedade. Também é muito frequente encontrá-los os subterrâneos de dimensões substancialmente maiores, nas igrejas, conventos ou mosteiros, passando, neste caso, a designar-se por criptas.

A agência funerária AFLUSITANA procede à organização de um funeral para jazigos, comprometendo-se com um serviço fúnebre clássico, elegante, de acordo com tradição e os desejos da família.

Conheça uma coleção de roupa exclusiva para mortos!

jazigoJá pensou em mandar fazer uma roupa especial para uma ocasião única? Não estamos a falar de um casamento ou batizado, mas sim de um funeral, do seu funeral. Parece no mínimo estranho e assustador, mas a verdade é que este é um momento especial e sagrado.

Foi a pensar no momento mais especial da vida de qualquer comum mortal que uma estilista australiana lançou uma inovadora coleção de roupa para mortos. Porque se em vida gosta de utilizar longos vestidos, porque não utilizá-los também depois de morta?

Pia Interlandi, especializou-se em desenhar e confecionar roupa para enterros utilizando na sua manufatura uma fibra derivada do cannabis.

A estilista decidiu dedicar-se ao mundo dos mortos depois do falecimento do seu avô, porque percebeu que as roupas existentes “são feitas para a vida” e não são adequadas para situações de enterros. Por isso decidi-o inovar… e inovou, ou pelo menos surpreendeu e já deu que falar em todo o mundo!

Quase a totalidade das suas criações são produzidas utilizando tecidos biodegradáveis, por isso, muitos dos seus clientes preocupam-se com o meio ambiente. A morte é a despedida do mundo físico, por isso, muitos consideram que a roupa é um elementos importante e deve ir de encontro aos gostos do falecido.

A AFLUSITANA ajuda-o a organizar as cerimónias fúnebres do seu familiar ou amigo.