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Campas de mármore ou granito? Como escolher?

Sabia que há cada vez mais pessoas a adquirirem campas sem que para isso tenham perdido algum ente querido? Muitos preferem tratar daquela que será a sua última morada ainda em vida, poupando assim os familiares a preocupações num momento de dor. Além disso, a aquisição prévia de uma campa permite a escolha dos materiais e dos elementos decorativos, de acordo com o gosto pessoal.

campas

Regra geral, as campas têm essencialmente dois tipos de pedra: mármore ou granito. Na hora de escolher impera em primeiro lugar o gosto do cliente. Ambos podem ser colocados no cemitério, devendo usar-se produtos próprios para cada pedra. Por isso, o indicado é que todo o processo, desde a seleção à compra e respetiva instalação deve ser assegurado por profissionais especializados.

Campas de mármore ou granito são as mais comuns

Para garantir a boa conservação da pedra é essencial que não utilize produtos corrosivos na sua limpeza. Estes são responsáveis por manchar e danificar o material, danos que são irrecuperáveis. Porém, isso não invalida a necessidade de uma manutenção regular. Portanto, para assegurar o estado natural das campas, sejam de mármore ou granito, basta limpá-las com sabão neutro, água e esponja não abrasiva ou um pano.

Quando se fala de resistência, as campas de granito são superiores às de mármore, pois dificilmente se degradam, mesmo que estejam em zonas mais sujeitas a intempéries. Esta pedra resiste à abrasão, à ação da água e ao impacto. Por isso, embora mais caras, estas campas podem apresentar uma boa relação custo/ benefício.

O granito tem uma durabilidade indefinida

Em termos de durabilidade, o granito é o melhor material, pois não tem um prazo de validade. Já o mármore pode degradar-se mais facilmente, dependendo da sua qualidade. Para quem pretende um mármore para campas tão resistente como o granito terá que estar consciente de que este é mais caro.

Além disso, na hora de limpar é necessário ter maiores cuidados, uma vez que o mármore pode quebrar mais facilmente ou lascar. No entanto, estes materiais são muito elegantes, existindo em várias tonalidades e, acima de tudo, em vários preços. São portanto a opção mais procurada, pois existem materiais de mármore com menor ou maior qualidade, encontrando-se soluções para todas as carteiras.

Para encontrar a melhor oferta de campas opte por consultar uma empresa especializada neste negócio e que tenha já uma longa experiência

O jazigo desmistificado: arte e vida na sua decoração

Em geral, os cemitérios são tidos como locais ermos, tristes, desolados e até macabros. A contribuir para tal ideia, o jazigo enquanto ponto integrante dos cemitérios parece trazer um maior significado negativo e melancólico – tanto por ser construído em pedra, um material frio, como por se saber que é nessa edificação de tamanho pequeno ou médio que se encontram os corpos de quem já faleceu. jazigo

No entanto, os jazigos têm significados bastante mais ricos – não só enquanto forma tradicional de albergar os mortos numa sepultura mais complexa, mas também por serem uma forma de arte, capaz de veicular mensagens simbólicas. Aliás, o jazigo é um local sinónimo de abrigo e refúgio. Famílias inteiras podem aí encontrar-se sepultadas, envolvidas por elementos simbólicos diversos.

 

A arte fúnebre não tem de ser melancólica

No Museu do Louvre, em Paris, a ala dedicada à arte grega alberga alguns túmulos esculpidos de maneiras únicas: casais que aí repousavam juntos são retratados com grandeza na forma de esculturas embutidas nas suas próprias sepulturas, personalidades relevantes nas cidades que são “guardados” por divindades profusamente representadas na pedra que guardavam os seus corpos.

Tal como os túmulos, também os jazigos podem (e devem) ser admirados como uma forma de arte. Um jazigo é também um local de comemoração da vida de alguém e há quem represente os seus feitos e conquistas terrenas dessa forma, na pedra.

No século XIX era mesmo comum os indivíduos mais ricos contratarem os melhores artistas escultores da Europa para produzirem os seus jazigos e túmulos e foi por volta da mesma época que as ferramentas mecânicas e eléctricas mais avançadas começaram a permitir uma ainda maior grandiosidade nestes trabalhos antes manuais. Desta forma, a sofisticação da arte funerária aumentou e os custos da sua realização diminuíram – e puderam ser acrescentados a um jazigo outro tipo de elementos, como grades e portas de metal.

 

A beleza das imagens começa a desmistificar os cemitérios

Em Portugal, um dos cemitérios mais admirados pela beleza das suas sepulturas é o Cemitério dos Prazeres, em Lisboa.

Uma reportagem de Fevereiro de 2014, no Jornal I, retrata-o como um local onde “se contam histórias através de um percurso que junta romances que se tornaram conhecidos por desafiarem as regras sociais da época.” De facto, a arte funerária também conta histórias e até a própria História.

Por isso é que, nos últimos anos, se tem verificado a desmistificação dos cemitérios. O surgimento de um tipo de turismo ligado à apreciação dos cemitérios como locais nobres e artísticos que o comprove. Tal como num museu, os visitantes são convidados a descobrir as histórias e a História inscritas nas sepulturas, a apreciar a beleza das imagens e o trabalho levado a cabo por artistas ao longo dos séculos em cada túmulo e jazigo.

A Importância de uma Casa Funerária num Velório

Uma casa funerária é um estabelecimento, também designado de agência funerária, que se especializa na venda de serviços funerários, bem como de todo o tipo de artigos e produtos relacionados com as cerimónias fúnebres. Todavia, não se limita a vender serviços e produtos, pois, na realidade, é uma âncora na qual as famílias podem confiar, quando um ente querido falece, e as mesmas necessitam de quem trate de todos os aspetos logísticos e materiais associados a uma cerimónia deste tipo. casa funerária

É indubitável que, quando ocorre uma morte, a mesma tem uma carga emocional muito grandes nos familiares, os quais se sentem, de forma recorrente, incapazes de tomar decisões relativas à cerimónia e, como é natural, muitas vezes não sabem quais são os procedimentos a adotar quando alguém morre. É precisamente aqui que uma casa funerária entra, ajudando os familiares a tomar decisões, certificando-se que tudo decorre dentro da normalidade e dentro dos parâmetros de uma cerimónia funeral convencional.

O apoio de uma casa funerária num velório

Uma casa funerária, a par dos seus colaboradores, presta um serviço crítico às famílias. Isto acontece porque, normalmente, a mesma é responsável pelo planeamento e realização de um funeral de acordo com as expectativas dos familiares.

Este tipo de estabelecimento está devidamente familiarizado com todos os trâmites associados à concretização de um funeral, bem como com as decisões que os familiares têm de tomar, possibilitando com que estes percebam as opções que têm ao seu dispor. Além disso, é explicado aos familiares os diferentes produtos disponíveis, de forma a criar uma cerimónia personalizada. No entanto, naturalmente, o apoio prestado pelos seus serviços não se limita ao aconselhamento, engloba ainda a remoção e preparação do corpo, a obtenção de documentos legais inerentes a um funeral, planeamento da cerimónia, preparação da casa mortuária e, naturalmente, o transporte do mesmo, quer para o cemitério, quer para o crematório.

Este apoio tem um valor inestimável, quer para os familiares, quer para quaisquer outras pessoas que queiram velar o corpo e acompanhá-lo até ao local do seu descanso eterno.

Familiarize-se com os serviços prestados por uma casa funerária

Uma casa funerária faculta um leque abrangente de soluções às pessoas que necessitam dos seus serviços, de forma a lhes ajudar quando ocorre a partida de um ente querido, pelo que também é importante que as pessoas estejam familiarizadas com os seus serviços, de forma a que o falecimento não lhes coloque mais pressão sobre os seus ombros da que já existe.

Na realidade, assim que são contactados por um familiar, os colaboradores de uma agência funerária entram em ação, de forma a que os familiares não se preocupem com questões logísticas, quando o mais importante é velarem a pessoa e despedirem-se condignamente da mesma numa cerimónia fúnebre que respeite as memórias e sentimentos de todos os envolvidos.

Para o efeito existem diversos serviços ao dispor das famílias, além dos veiculados acima, como a disponibilização de carros funerários exclusivos, de pessoal devidamente qualificado de apoio, de serviços de florista, divulgação do falecimento nos meios de comunicação pretendidos, tratamento de assuntos relativos às campas e jazigos, entre outros, tudo de forma a permitir com que as pessoas façam o luto sem essas preocupações adicionais.

Saiba como É que os Carros Funerários Funcionam

Os carros funerários representam uma vertente de um funeral que não deve ser descurada. Essas viaturas são as que transportam o seu ente querido, quer para a casa mortuária, quer para o seu destino final, pelo que deve-se procurar saber como todo o processo funciona, de forma a salvaguardar que tudo decorre dentro da normalidade num momento tão sensível como um funeral. 

Naturalmente, esse tipo de viaturas deverá estar associado a um serviço profissional ligado ao ramo, nomeadamente, a agências funerárias, que poderão ser contactadas quando uma pessoa próxima de si partir, seja familiar ou não, de forma a que tratem de todos os aspetos logísticos inerentes a uma cerimónia funerária. carros funerários

Assim, os carros funerários são, indubitavelmente, importantes, pois um funeral é um evento marcante, emotivo, e um carro fúnebre permite transportar com os devidos cuidados e respeito a pessoa que faleceu, com todas as condições que somente uma viatura com essas características pode oferecer.

Como é que os carros funerários funcionam?

Estas viaturas, quando integradas num serviço profissional proporcionado por uma agência funerária, permitem facultar uma ajuda valiosa no transporte do ente que faleceu, pois a viatura funerária, de acordo com o que for contratualizado com a agência, poderá transportar o mesmo até à casa mortuária, onde as pessoas, amigas e familiares, poderão mostrar os seus sentimentos de pesar, velarem e despedirem-se adequadamente do falecido, e, depois, efetuar o transporte até ao seu destino final, seja ele o cemitério ou, pelo contrário, o crematório.

As viaturas são conduzidas por profissionais devidamente competentes e formadas para o efeito, os quais estão habilitados não só a conduzir a viatura, mas também a efetuar o transporte até aos locais pretendidos, bem como a prestar qualquer apoio adicional, nomeadamente no carregamento manual do caixão, sempre com toda a seriedade, prestabilidade e profissionalismo que um evento como este exige.

Os carros fúnebres são, normalmente, um dos principais serviços do pacote oferecido por uma agência funerária, pelo que, ao recorrer-se a uma agência afim, a mesma poderá tratar de todos os aspetos relacionados com o funeral, incluindo este, sem que tenha de se preocupar mais com a logística.

Aspetos a ter em conta nos carros funerários

Os carros funerários são, invariavelmente, necessários, contudo, são também distintos, pois trata-se de viaturas que são personalizadas de acordo com as especificações indicadas pela agência. Sendo assim, quando se escolher uma agência funerária para tratar de tudo o que relacionado com o funeral, inclusive do transporte da pessoa falecida, é importante estar atento a alguns aspetos da viatura, de forma a garantir que obtém um serviço de transporte de acordo com as suas expetativas. Assim sendo, é importante garantir que as viaturas:

  • Cumprem com todas as certificações e normas aplicáveis ao sector
  • Estão adaptadas à funcionalidade a que se destinam
  • Proporcionam todas as condições de conforto e segurança

Esses são todos os aspetos que se deverá ter em conta quando se procurar carros funerários para o funeral de um ente querido. No entanto, nesse sentido, a agência funerária poderá facultar qualquer informação adicional que se pretenda saber sobre as suas viaturas e, além disso, prestar o apoio necessário para tratar de todos os aspetos da cerimónia, permitindo que uma pessoa possa dedicar-se ao luto, em vez de se preocupar com quaisquer assuntos logísticos relacionados com o funeral.

Campas: conheça tradições ancestrais, aqui!

A morte é algo natural e completamente inerente a qualquer ser vivo, no entanto tem significados e rituais totalmente diferentes um pouco por todo o mundo, dependendo do povo ou cultura em questão. Para muitos os entes queridos são enterrados nas campas da família, outros são adeptos de guardar as cinzas, para outros faz-se uma festa no lugar do funeral, celebra-se a morte.

A morte pelo mundo: conheça as tradições!

No Japão os funerais são feitos na casa da família do falecido, estes fazem uma preparação do corpo antes de o sepultar nascampas jazigos campas. Isto é, limpam o corpo, trocam as roupas, maquilham o cadáver para ficar mais apresentável, para que tenha um bom aspeto na passagem para o outro mundo. O ritual pode ser feito pelos familiares, mas normalmente são os “Nokanshi” os profissionais encarregues de fazer a passagem para o além.

Em Portugal os funerais caracterizam-se por serem uma cerimónia sóbria de despedida dos defuntos, onde há uma longa vigília que antecede o enterro com toda a cerimónia e enterro dos corpos dos falecidos nas respetivas campas. Esta é a tradição católica geralmente praticada nos países latinos. Antigamente durante e depois do funeral havia a prática o luto usando roupas negras que acarretava sentimentos também eles negativos. Longe vai essa prática, sendo adotada por cada vez menos pessoas, nomeadamente pelas viúvas e familiares diretos.

Na Suíça e na Itália, os funerais são feitos em casa e duram pelo menos 48 horas podendo chegar a uma semana, para que toda a gente possa ter tempo de se despedir como quiser do falecido. Normalmente há uma espécie de banquete onde as pessoas vão petiscando alguns salgadinhos, bebem um vinho e falam normalmente sem constrangimentos. Na Suíça alguns hospitais disponibilizam uma sala refrigerada onde o corpo pode ficar à disposição de quem o quiser visitar, marcando uma hora para a visita, como se fosse uma visita hospitalar.

Já no México o dia de enterro é comemorado com muita festa e alegria, como se fosse uma festa de aniversário. O morto é convidado a participar na festa e os vivos festejam para que ele fique bem.

Em Moscovo o funeral é geralmente feito numa igreja ortodoxa, e tal como no México a cerimónia é uma reunião muito alegre, onde as pessoas vestem roupas com cores vivas e alegres, é proibido usar preto, e entoam-se cânticos de alegria.

Funeral nas religiões monoteístas

Judaísmo: O funeral judaico é realizado de uma forma muito simples, o morto após o Taharat é envolvido numa mortalha branca, igual para todos independente do sexo, ou extrato social. Segundo os judeus, ricos e pobre encontram-se no céu, e perante Deus são todos iguais, o que se segue é mais importante do que aquilo que ficou para trás.

Cristianismo: No funeral dos cristãos, todos se vão despedir do morto, desde os amigos, vizinhos e familiares. Após o velório, o líder religioso faz orações e súplicas e fala um pouco sobre o morto. Todos o acompanham até ao cemitério e homenageiam o morto com flores e coroas de flores espalhadas pelas campas.

Islamismo: Tal como no judaísmo é recomendado que o morto seja enterrado o mais rápido possível, por isso, após o banho há uma oração para ajudar o morto a fazer a passagem. O líder religioso desce com o corpo do morto e coloca-o sobre a terra, colocando a cabeça voltada em direção da Caaba em Meca.

A AFLUSITANA tem o melhor serviço para dar ao seu ente querido um funeral digno que ele tanto merece.

Escolha as melhores agências funerárias, com apoios!

Dentro do chamado sistema de proteção social e cidadania encontram-se as prestações sociais não contributivas, que pretendem garantir direitos básicos como fundos e pensões de velhice, de funeral para pagar as despesas das agências funerárias, desemprego, entre outros, assim como a igualdade de oportunidade entre os cidadãos.

Tipos de prestações sociais não contributivas: Conheça-as!

Este tipo de apoio aos cidadãos deve ser financiado pelos impostos dos contribuintes. A atribuição destas prestações pode ser00641971b5 agncia funerria em almada efetuada de forma automática ou através de uma prova de condições de recursos, à qual os beneficiários têm que comprovar a sua situação. A despesa com prestações não contributivas representa perto de 4 mil e 300 milhões de euros para o Estado.

Estas prestações contemplam vários tipos e modalidades, desde bolsas de estudo para universitários, subsídios para o pagamento do velório, às agências funerárias para pessoas sem recursos, subsídios de desemprego, entre outros, como pode ver a seguir:

-Abonos de família: Esta é uma prestação mensal atribuída às famílias como forma de compensar os encargos resultantes da educação e sustento das crianças. Dependendo do escalão onde os rendimentos e o património familiar se inserem, será atribuído um determinado valor.

-Bolsas de Estudo: O pagamento desta bolsa é mensal, e tem como objetivo combater o abandono escolar por falta de recursos económicos. Neste sentido pretende melhorar a qualificação dos jovens em idade escolar e compensar os encargos provenientes da educação.

-Fundo de Garantia de Alimentos: Esta prestação serve para assegurar o pagamento da pensão de alimentos, substituindo o valor que deveria ser prestado pelo pai ou mãe, em situações de incumprimento.

-Pensão Social de Invalidez: Pagamento efetuado aos beneficiários que tenham mais de 18 anos, e que apresentem uma situação de incapacidade permanente, tendo baixos recursos.

-Pensão Social de Velhice: É um valor atribuído aos idosos com mais de 65 anos, mediante a prova de condição de recursos, que não estejam abrangidos por qualquer regime de proteção social.

-Rendimento Social de Inserção: Consiste num apoio prestado a pessoas ou famílias que se encontrem numa situação de carência económica, em risco de exclusão social, sendo entregue um valor determinado pela condição de recursos.

-Subsídio de funeral: Este apoio é atribuído uma só vez, com o objetivo de pagar as despesas do funeral, e todas as questões associadas ao mesmo, agências funerárias, missa, campa, etc, de qualquer membro do agregado familiar.

-Subsídio Social de Desemprego: É um valor pago mensalmente a quem perdeu o emprego de forma involuntária, e que se encontre escrito no centro de emprego. Este subsídio pretende compensar a perda das remunerações provenientes do trabalho.

Prova de condição de recursos: saiba como fazer!

Para verificar a condição de recursos, as equipas da Segurança Social irão investigar um abrangente leque de rendimentos de cada requerente, assim como do seu agregado familiar.

Para ter acesso às prestações não contributivas, o património mobiliário do agregado não deve ultrapassar o valor de 100 mil euros. Além disso, rendimentos de trabalho dependente, empresariais e profissionais, assim como, pensões e outros auxílios sociais serão tidos em conta para atribuição da prestação.

Conheça as ofertas da AFLUSITANA, e dê o descanso merecido ao seu familiar.

Jazigo: dê conforto eterno ao seu ente querido

Tradicionalmente, um funeral para jazigo representa a mais luxuosa e exclusiva das opções funerárias.

Dê a melhor recordação aos seus entes queridos, oferecendo um lápide ou campa, um jazigo, placas memoriais ou somente floreiras. Temos uma grande experiência na construção e detalhe de campas e jazigos em mármore e granito.

A AFLUSITANA tem a possibilidade de realizar qualquer tipo de trabalho em mármore ou granito, de forma a poder apresentar o melhor trabalho em honra a seu ente querido. Desde uma campa mais simples e económico, até um magnífico jazigo de luxo familiar.

As pedras naturais, são excelentes pela sua durabilidade e facilidade de manutenção e limpeza, podendo ser colocada diretamente em jardins fúnebres ou em cemitérios.

Mas afinal… o que são jazigos?

Jazigo é um túmulo onde são colocados restos mortais (corpos, ossadas ou cinzas). Normalmente são construções em forma de pequena capela, sendo também usual encontrarmos jazigos subterrâneos.

O início da construção dos jazigos deveu-se à necessidade de prestar homenagem póstuma para que a pessoa pudesse ser sempre lembrada.

Estas edificações eram feitas para um líder ou uma pessoa importante da sociedade. Também é muito frequente encontrá-los os subterrâneos de dimensões substancialmente maiores, nas igrejas, conventos ou mosteiros, passando, neste caso, a designar-se por criptas.

A agência funerária AFLUSITANA procede à organização de um funeral para jazigos, comprometendo-se com um serviço fúnebre clássico, elegante, de acordo com tradição e os desejos da família.

Conheça uma coleção de roupa exclusiva para mortos!

jazigoJá pensou em mandar fazer uma roupa especial para uma ocasião única? Não estamos a falar de um casamento ou batizado, mas sim de um funeral, do seu funeral. Parece no mínimo estranho e assustador, mas a verdade é que este é um momento especial e sagrado.

Foi a pensar no momento mais especial da vida de qualquer comum mortal que uma estilista australiana lançou uma inovadora coleção de roupa para mortos. Porque se em vida gosta de utilizar longos vestidos, porque não utilizá-los também depois de morta?

Pia Interlandi, especializou-se em desenhar e confecionar roupa para enterros utilizando na sua manufatura uma fibra derivada do cannabis.

A estilista decidiu dedicar-se ao mundo dos mortos depois do falecimento do seu avô, porque percebeu que as roupas existentes “são feitas para a vida” e não são adequadas para situações de enterros. Por isso decidi-o inovar… e inovou, ou pelo menos surpreendeu e já deu que falar em todo o mundo!

Quase a totalidade das suas criações são produzidas utilizando tecidos biodegradáveis, por isso, muitos dos seus clientes preocupam-se com o meio ambiente. A morte é a despedida do mundo físico, por isso, muitos consideram que a roupa é um elementos importante e deve ir de encontro aos gostos do falecido.

A AFLUSITANA ajuda-o a organizar as cerimónias fúnebres do seu familiar ou amigo.

 

Quais as agências funerárias mais eficientes?

O mercado das agências funerárias é, à partida, vasto e amplo, no entanto, os clientes tendem a escolher funerárias recomendadas por familiares ou amigos ou outras que, por tradição, já lhes prestam serviços há muitos anos. Há até quem solicite a médicos ou enfermeiros, em caso de acidente, que lhes recomendem uma agência funerária da sua confiança.

Serão, porventura, poucos os que escolherão uma agência funerária pela Internet, mas o número tem tendência para aumentar. Desde logo, porque a Web permite comparar preços, níveis de serviço, ofertas e testemunhos. Permite igualmente recolher opiniões de outros clientes em fóruns de debate e consultar portais de queixas. agências funerárias

Agências funerárias permitem organizar o próprio funeral ainda em vida

A verdade é que não é fácil nem simples escolher uma agência funerária, desde logo porque os clientes estão, por norma, num momento de enorme fragilidade e sem discernimento para grandes escolhas. Seleccionar campas, tipos de lápide, o carro fúnebre, as flores, os anúncios na imprensa, nada disso é simples num momento tão trágico.

É por isso que muita agências funerárias já têm algumas opções pré-seleccionadas, para poupar os familiares e entes queridos do falecido da dificuldade da escolha. Muitas pessoas estão também a optar por organizar o seu próprio funeral ainda em vida, para poupar a família e amigos dos constrangimentos da sua organização. Essa pode ser uma boa opção para quem não quer dar trabalho aos familiares e entes queridos quando falecer.

Um momento trágico em que é difícil escolher

Alguns óbitos são previsíveis, mas outros são totalmente inesperados e criam situações difíceis de gerir para a família e amigos. É para essas situações que as agências funerárias têm de dar resposta e poupar trabalho aos seus clientes.

São essas as agências funerárias que vale a pena contratar, guardar os contactos, passar de boca-em-boca. Mas nem sempre estão acessíveis a todos, por isso é importante que sejam facilmente pesquisáveis e encontradas através dos meios digitais, nomeadamente dos motores de busca.

Um bom serviço deve ser reconhecido e poder ser recomendado a amigos, familiares e ao público em geral.

Funerárias ajudam entes queridos a fazer luto

Depois do falecimento de um ente querido, é imprescindível prestar-lhe uma última homenagem. As agências funerárias oferecem os mais variados serviços, tal como a preparação do corpo, a escolha de um caixão, a contratação de serviços de cremação ou enterro, a reserva da cerimónia (civil ou religiosa) e de um possível espaço no cemitério, por vezes ficam encarregues da compra dos arranjos de flores…

No entanto, as agências funerárias, tal como muitas paróquias e outras entidades relevantes na sociedade, também ajudam os entes queridos das pessoas falecidas a fazerem o seu luto. Uma cerimónia que faça justiça aos sentimentos de familiares e amigos é a celebração perfeita de uma vida que se perdeu, de uma companhia que nunca mais se voltará a ter, excepto espiritualmente.

Por isso, as agências funerárias devem ter sempre em mente não só organizar um funeral bonito e digno em relação à pessoa falecida, como de igual modo um funeral que ajude as pessoas mais próximas a fazerem o seu luto. No final de contas, os vivos é que têm como costume celebrar a vida dos falecidos, acreditando que isto apaziguará a sua alma ou espírito e que lhe trará um maior descanso e calma.

A morte é uma incógnita e, para quem perde um ente querido, uma cerimónia fúnebre ajuda a apaziguar a inquietação trazida por essa incerteza.

 a morte e as funerárias

Um funeral à imagem da pessoa que desapareceu

Apesar de a celebração apaziguar, em particular, quem perdeu alguém querido, ditam as regras que, se possível, se devem cumprir os últimos pedidos de quem faleceu. Assim, registam-se cada vez mais seguros funerários e até reservas adiantadas de cerimónias – principalmente por quem sofre de doenças terminais. Além disso, permite aliviar os familiares de despesas que podem ser suportadas pelo mesmo e de detalhes da celebração que, deste modo, são escolhidos previamente.

Hoje em dia, as alternativas de cerimónia e de enterro ou cremação constituem listas imensas que devem ser tidas em conta pelas funerárias. Uma tendência que se tem revelado cada vez mais popular é o “funeral verde” – em inglês, green funeral – cujo objectivo é diminuir o impacto ambiental causado por certos procedimentos e materiais utilizados (nomeadamente caixões, flores, veículos de transporte…).

O certo é que a informação disponibilizada pelas funerárias, mas também em formato de livro ou na Internet, é cada vez maior e com cada vez mais qualidade. Assim sendo, não admira que muitas pessoas estejam a aderir ao planeamento do seu próprio funeral. Pode parecer uma prática estranha, mas revela-se útil do ponto de vista prático.

Da próxima vez que perder uma pessoa querida, talvez fique a pensar duas vezes sobre quais seriam os seus últimos desejos para uma cerimónia em sua honra. Talvez essa pessoa queira escolher a música, as suas flores favoritas e até os convidados.

Campas trazem mais dignidade aos funerais

As campas surgiram na história para conferir mais dignidade aos funerais, mas também por questões de higiene e saúde pública. Há poucos séculos atrás, os corpos eram simplesmente enterrados em covas, o que causava problemas de sanidade e trazia doenças, muitas vezes fatais. As campas vieram resolver esse problema e dar um aspecto mais digno aos cemitérios.

Escolher uma campa para um ente querido não é tarefa fácil. Ninguém é educado para conviver com a morte, mesmo sabendo que ela faz parte do ciclo da vida. É por isso que muitas agências funerárias deixam a seu cargo a escolha das campas, quando os familiares e amigos do falecido não fazem questão de ser eles a escolher.

Existem vários tipos de campas para funerais

As funerárias disponibilizam aos seus clientes diversos tipos de campas, variando consoante o material de que são feitas, o tipo de campa e ainda o seu preço. Os jazigos, sobretudo os jazigos familiares, são dcampasas campas mais dispendiosas, dado serem maiores, mais opulentos e servirem de última morada para diversos membros da respectiva família, cujo número pode variar com o tamanho do jazigo.

Mas, mesmo entre as chamadas campas regulares, os valores podem ser muito diferentes, variando consoante o tipo de pedra utilizado e os adereços constantes na lápide e na própria campa.

Entre os materiais mais utilizados, contam-se o mármore (mais bonito, mas também mais dispendioso), o granito e diversas outras pedras.

Os adereços tornam as campas mais vistosas e distintas

Os adereços são outro item que tem influência no valor das campas, pois podem tornar campas simples em monumentos e lápides sem interesse em peças de enorme valor estético.

Dizeres em ouro, inscrições na própria pedra, lápides gravadas ou com metais preciosos são algumas das opções de adereços que podem valorizar bastante as campas no cemitério onde se encontram.

Por norma, é à família que cabe decidir o tipo de campas, lápides e adereços a colocar, mas nem sempre há discernimento para tal. Para esses casos, as funerárias dispõem de soluções com uma excelente visão e que permitem funerais dignos e em conta.

Para saber mais, contacte um profissional da agência funerária Lusitana