Processos de cremação

Uma questão de opção

O processo de cremação tem sido aceite como um método digno de eliminação de um corpo. É uma opção que muitos julgam ser a mais adequada para os seus entes queridos.

Na maioria dos casos, a cremação é manifestada pela vontade dos parentes ou do próprio falecido. No entanto, a opção pela cremação pode ser decidida apenas na altura do óbito.

Tipos de cremação

Por um lado, o processo de cremação é menos dispendioso do que o enterro tradicional, por outro, pode ser menos doloroso para alguns familiares mais sensíveis. Há dois tipos de processos de cremação.

No primeiro, o corpo pode ser levado directamente para o crematório e dar lugar ao início do processo. No segundo, o corpo pode ser embalsamado e apresentado para o cerimonial padrão de um enterro tradicional, sendo, posteriormente, levado para o crematório para a sua cremação.

A opção pelo segundo método vai encarecer o funeral, uma vez que aos custos da cremação há que juntar a despesa do funeral tradicional.

O processo

No processo de cremação típico, o corpo começa por ser transferido para o crematório. Embora haja quem opte por adquirir um caixão para esse transporte para o crematório, essa opção não é obrigatória.

A maior parte dos crematórios permite que a família esteja presente durante o processo de cremação e têm uma sala separada adjacente, especificamente preparada para suprir as necessidades dos parentes.

Escolha da urna

Após o processo de cremação, a família leva os restos mortais do falecido dentro de um recipiente temporário. Esses restos mortais serão depois transferidos para uma urna à escolha da família.

Existem milhares de tipos de urnas disponíveis, dependendo do local e da forma como serão colocados os restos.

Algumas famílias optam por colocar os restos mortais do seu ente querido numa urna para ser levada para casa. Outras, preferem distribuir os restos mortais por vários recipientes, que são distribuídos pelos familiares.

Em qualquer dos casos, a opção pelo processo de cremação é uma questão pessoal e só pode ser feita por quem melhor conhecia o falecido. A cremação é um processo bastante simples e que confere um último adeus com respeito e dignidade.

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Sobre Vasco Simões

Jovem de 33 anos, depois de estagiar com vários especialistas, nalguns casos, com mais 25 anos de experiência, desenvolve a sua atividade enquanto mestre de cerimônias desde 2010 na Lusitana, procurando conjugar a tradição com a inovação, aportando uma nova imagem ao setor. Liderando uma equipa que reflete o espirito da Lusitana, o compromisso na escuta e acompanhamento das pessoas que nos procuram, a prestação de serviços adaptada a cada um, cultiva e promove valores fundamentais na atividade, tendo como resultado; contemporaneidade, segurança e confiança. Mestre de cerimonia da Lusitana, com formação em Legislação laboral e da atividade funerária,orçamentação e faturação de produtos e serviços funerários,procedimentos burocráticos relativos ao óbito,prevenção de riscos na atividade funerária;psicologia do luto, tanatopraxia e tanatoestética.

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