A Cremação em Portugal

História da evolução

O que é a cremação?

A cremação é uma técnica funerária que visa reduzir um corpo a cinzas através da queima do cadáver. O método mais comum é a cremação do corpo em crematórios.

A cremação pode ser um funeral ou um rito pós-funeral e é uma alternativa que oferece menos riscos ambientais que a sepultura do corpo. A cremação é um dos processos mais antigos praticados pelo Homem, cujas origens remontam ao ano 1000 A.C.

Cremação em Portugal

A cremação em Portugal iniciou-se com intensos debates e artigos de opinião elaborados por grupos e individualidades dos quadrantes mais progressistas da sociedade de 1800, mas só em 1912 teve início o processo de estabelecimento de um crematório em Lisboa, no cemitério do Alto de S. João.

Em 1925, Alfredo Guisado, vereador do pelouro dos cemitérios, comprou, na Alemanha, o forno crematório, tendo posteriormente procedido à sua instalação e ensino do funcionamento.

Este vereador foi um entusiasta da cremação, chegando a propor, em sessão de câmara, que fossem cremados os cadáveres destinados a vala comum.

A primeira cremação em Portugal teve lugar a 28 de Novembro de 1925. No entanto, 11 anos depois, o crematório foi encerrado, tendo a Câmara Municipal de Lisboa decidido reactivá-lo em 1985, em parte por pressão da comunidade hindu.

Até 2002, só existiam em Portugal três fornos crematórios a funcionar: o do cemitério do Alto de S. João – o mais antigo -, o do Prado do Repouso, no Porto, e o do Cemitério Municipal de Ferreira do Alentejo.

Cremação nos dias de hoje

Actualmente, em Lisboa, não há espaço para a inumação tradicional, até porque as exumações efectuadas não chegam para libertar espaço suficiente para posteriores ocupações.

Neste momento, existem três fornos crematórios em funcionamento: nos cemitérios do Alto de S. João e dos Olivais.

Conselheiros da Lusitana irão esclarecer e orientar a família nas suas decisões, tendo em conta as respectivas crenças de cada um.

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Sobre Vasco Simões

Jovem de 33 anos, depois de estagiar com vários especialistas, nalguns casos, com mais 25 anos de experiência, desenvolve a sua atividade enquanto mestre de cerimônias desde 2010 na Lusitana, procurando conjugar a tradição com a inovação, aportando uma nova imagem ao setor. Liderando uma equipa que reflete o espirito da Lusitana, o compromisso na escuta e acompanhamento das pessoas que nos procuram, a prestação de serviços adaptada a cada um, cultiva e promove valores fundamentais na atividade, tendo como resultado; contemporaneidade, segurança e confiança. Mestre de cerimonia da Lusitana, com formação em Legislação laboral e da atividade funerária,orçamentação e faturação de produtos e serviços funerários,procedimentos burocráticos relativos ao óbito,prevenção de riscos na atividade funerária;psicologia do luto, tanatopraxia e tanatoestética.

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