3 formas de encontrar agências funerárias em Lisboa

Ao perder alguém próximo, a nossa preocupação é assegurar uma cerimónia e um serviço funerário de qualidade, que nos permita prestar uma última homenagem condigna a quem partiu. Desta forma, as agências funerárias em Lisboa não têm mãos a medir: segundo estatísticas de 2011, viviam no centro de Lisboa mais de meio milhão de habitantes – mais precisamente, 547 773 pessoas. A esse número, juntam-se as estatísticas dos arredores que também constituem a Área Metropolitana de Lisboa:  2,822 milhões de residentes no centro e na periferia da cidade.

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Por isso, se precisa dos contactos de agências funerárias em Lisboa mas não sabe por onde começar a procurá-los, aqui seguem algumas dicas que o pouparão a mais demoras: 

1. Pedir sugestões a familiares ou amigos

Pode parecer uma alternativa óbvia, mas nem sempre nos lembramos que as melhores recomendações vêm da parte de quem já conhecemos, assim como os seus padrões de exigência. De acordo com o tipo de serviço, até pode acontecer as recomendações variarem.

2. Pesquisar nos directórios dos motores de busca

As Páginas Amarelas e restantes listas telefónicas podem já não estar em vigor, mas os seus sites ainda agrupam muita informação útil. Além disso, hoje em dia qualquer tipo de empresa se encontra online, através de sites e redes sociais, pelo que uma simples pesquisa com palavras-chave (por exemplo, “agências funerárias Lisboa“) poderá trazer muita informação, nomeadamente opiniões de outros clientes.

3. Ligar para as agências funerárias em Lisboa

… e comparar preços e qualidade dos serviços prestados. Em caso de dúvida, perceber se há algum tipo de avaliação disponível, feita por parte dos clientes, na Internet. O Facebook é um excelente meio para observar o contacto entre estes e as empresas, pois permite observar as interacções entre ambas as partes.

Agências funerárias em Lisboa: pouca visibilidade?

Ao passar pelo centro da cidade, são poucas as agências funerárias em Lisboa que saltam à vista. De facto, em meios mais pequenos, como vilas e aldeias, as agências são mais conhecidas e destacam-se de forma diferente. Já em Lisboa e cidades de maior dimensão, as agências costumam ser constituídas por empresas maiores, mas sem chamarem muito a atenção.

É o caso da Agência Funerária Lusitana, uma agência da qual pouco se ouve falar, mas que se tem destacado pelo seu compromisso e profissionalismo. Aliás, estando a funcionar em dois locais diferentes – um na Margem Sul do Tejo, outro perto do centro de Lisboa – o seu leque de serviços disponíveis e de clientes que os procuram tem-se alargado bastante nos últimos tempos.

Apesar da aparente visibilidade reduzida das agências funerárias em Lisboa, estas encontram-se presentes em diversos pontos da cidade. Basta saber como contactá-las.

Como Recorrer a uma Agência Funerária em Almada

Quando um ente querido morre é natural que os seus familiares mais próximos, devido a toda carga emocional envolvente a essa situação, sintam dificuldades em tratar de todos os aspetos logísticos inerentes a um funeral, razão pela qual existem as agências funerárias, ou seja, para dar apoio a todas as pessoas que carecem de ajuda profissional para esse propósito. Se vive no distrito de Setúbal, em particular, na cidade de Almada, esta não é exceção, pelo que pode recorrer a uma agência funerária em Almada sempre que recair sobre a si a difícil responsabilidade de tratar de um funeral.

agencia funeraria em almada

Aspetos a ter em conta numa agência funerária em Almada

Naturalmente, enquanto cidade, Almada tem um leque abrangente de soluções em termos de agências funerárias ao seu dispor, contudo, como deverá calcular, devido à natureza sensível de um funeral de uma pessoa próxima de si, é muito importante que tenha alguns aspetos em consideração para se certificar que efetua a escolha mais acertada.

Apesar da diversidade de escolhas, é preciso delimitar à partida quais são as melhores agências pelas quais pode optar e, para o fazer em segurança, deverá procurar aferir de antemão quais são as agências que lhe proporcionam as melhores condições, recorrendo desde logo a opiniões de pessoas próximas de si, que eventualmente já tenham tido de lidar com situações análogas, desde os seus familiares, amigos ou colegas de trabalho, para que possa obter algum feedback palpável sobre o trabalho prestado por certas agências. Mesmo que não tenha, no momento, ninguém a quem pedir uma opinião, poderá sempre consultar a Internet, para verificar os potenciais testemunhos de clientes que já tenham usufruído dos serviços de uma determinada agência funerária em Almada.

Quando selecionar uma ou várias agências, poderá, como é claro, visitar o site oficial da agência ou as suas instalações físicas, de forma a informar-se adequadamente de todos os serviços prestados pela mesma. Isto é importante pois nem todas as agências oferecem os mesmos serviços e, deste modo, salvaguarda-se do surgimento de problemas inesperados e, em simultâneo, garante que o funeral em questão decorra de acordo com as expectativas de todas as pessoas, para que estas e inclusive você possam se concentrar somente no funeral e na sua última homenagem ao perecido.

Porque é que A Lusitana é a agência funerária em Almada certa

Para evitar a eclosão de quaisquer problemas que possam de certa forma interferir com o decorrer do evento fúnebre, é muito importante que recorra a uma agência funerária em Almada reputada, que tenha um percurso de vários anos no mercado, bem como diversos testemunhos que atestam a qualidade do seu trabalho, como é o caso de A Lusitana.

Para esse efeito, para além da qualidade reconhecida que é apanágio da nossa equipa, dispomos de um leque abrangente de serviços que nos permite assegurar todos os procedimentos necessários à realização de um funeral, quer para efeitos de inumação, quer para efeitos de cremação, no cemitério pretendido, tratamos de todos os documentos necessários e disponibilizamos uma frota de veículos devidamente preparada para eventos desta natureza.

Por isso, se necessita de recorrer a uma agência funerária em Almada, não hesite e contacte-nos de imediato, para que possamos facultar-lhe uma solução adequada a qualquer situação que nos possa apresentar.

 

Como Se Efetua uma Trasladação para Outro Cemitério

Um óbito é sempre uma situação difícil de se lidar, devido à carga emocional que significa para todos os familiares da pessoa em questão, especialmente com todos os aspetos logísticos referentes ao processo posterior ao perecimento da pessoa em questão, como a inumação, isto é, a colocação do corpo falecido em sepultura num cemitério.  cemitério

Normalmente, após a inumação, quando existe uma aquisição do espaço, o corpo permanece intocado no seu local de descanso final, contudo, por vezes, devido a diversas circunstâncias, relacionadas com a vontade da família ou com questões judiciais, há necessidade de exumar o corpo, bem como de trasladar o mesmo para outro cemitério.

Estes processos, como é natural, estão sujeitos a algumas formalidades e procedimentos que têm obrigatoriamente de ser cumpridos, de acordo com o que está estabelecido por lei.

A exumação e trasladação para outro cemitério

A exumação e trasladação são dois processos diferentes e que importam distinguir. Assim sendo, uma exumação consiste na abertura da sepultura ou desenterro do corpo,  num período compreendido de 3 a 5 anos após a sua inumação, para os efeitos previstos na lei. Por outro lado, a trasladação consiste no transporte do falecido num jazigo ou das suas ossadas para outro local distinto, para ser novamente inumado ou, dependendo do objetivo, cremado. Tal como acontece com a exumação, a transladação está sujeita a um pedido formal junto da câmara municipal e pagamento das respetivas taxas, contudo, a trasladação, quando implica a deslocação para outro cemitério, está também sujeita à autorização do mesmo.

Independentemente do seu objetivo ser somente para exumar o corpo ou, pelo contrário, para transladar o mesmo para outro local, deverá sempre seguir todos os procedimentos formais inerentes a cada processo, devendo, para isso, saber a quem recorrer, de forma a usufruir de um processo suave e evitar quaisquer entraves que possam dificultar a realização dos seus intentos.

A quem deve recorrer para lhe ajudar no processo de trasladação

Naturalmente, a decisão de se mudar um corpo de um cemitério para outro não se toma de ânimo leve, devido à importância dessa decisão e, como é claro, devido a todos os aspetos formais e logísticos que são necessários para se efetuar uma exumação e posterior trasladação.

Nessa ótica, de forma a evitar o surgimento de potenciais problemas e face à sensibilidade que requer um processo desta natureza, urge encontrar um serviço de assistência devidamente credenciado a efetuar operações desta natureza, nomeadamente recorrendo a uma agência funerária, como é o caso da nossa agência funerária, A Lusitana.

Para esse efeito, dispomos de um serviço de qualidade e experiente, que lhe possibilita exumar e trasladar um corpo para outro cemitério, de acordo com a privacidade e cuidados que o processo requer, nas nossas áreas de atuação, nomeadamente nos distritos de Lisboa e Setúbal. Além disso, temos ainda uma equipa prestável, bem como uma gama de veículos capacitados a fazerem trasladações, em condições de dignidade e respeito pelo falecido, para que possa recorrer a este processo com o descanso de espírito que merece.

Porquê optar pelo jazigo para o seu ente querido

A última morada, independentemente das crenças religiosas de cada pessoa, é um local importante e simbólico, o qual as pessoas poderão visitar, de forma a prestarem, quando entenderem, uma homenagem ao falecido. Porém, como é natural, nem sempre é fácil escolher um monumento adequado ao efeito, mas, mesmo assim, existem opções ao seu dispor que têm a sobriedade que se exige para essas alturas, como é o caso do jazigo.

jazigo

É inegável que o falecimento de um ente querido é sempre uma situação que coloca diversos desafios emocionais e logísticos que temos forçosamente de enfrentar, para cumprirmos com as nossas responsabilidades enquanto familiares e proporcionarmos um local de destino final que corresponda às expectativas das pessoas e, naturalmente, respeite a memória do falecido. Existem, contudo, algumas soluções, como os jazigos que apresentam algumas vantagens, em detrimento de outras opções.

Estas soluções, normalmente, permitem que se possa implementar uma estrutura bonita, que se distinga de outras campas e jazigos envolventes, para que possa identificá-la rapidamente e, em simultâneo, ter algum descanso de espírito ao saber que conseguiu criar um lugar de descanso final adequado.

Porquê optar pelo jazigo para o seu ente querido?

A escolha de uma estrutura de cobertura adequada para a sepultura é, por vezes, difícil, especialmente quando não existe um suporte financeiro que permita implementar uma campa e jazigo em conformidade com as suas intenções.

Porém, existem soluções adequadas para vários tipos de orçamentos e os jazigos, em concreto, permitem que as famílias usufruam de várias opções não só em termos de preços, mas também em termos de materiais, como o mármore ou granito, bem como de formatos, discretos ou mais memoráveis, de acordo com os desejos do falecido ou com a sua personalidade. Esta estrutura fúnebre, como é natural, deverá, acima de tudo, respeitar a memória do falecido, criando um lugar condigno para o seu descanso final e passível de ser homenageado por outras pessoas.

Nessa altura, terá também a oportunidade, se assim entender, optar por um jazigo perpétuo, assegurando, desde logo, um espaço permanente para o falecido, evitando futuras preocupações quando não há necessidade de uma futura trasladação.

Como escolher um jazigo num altura difícil?

Quando um ente querido falece, é compreensível que não exista lucidez e discernimento para tratar de todos os aspetos logísticos relacionados com o funeral, razão pela qual uma agência funerária é importante, para retirar precisamente este peso dos ombros dos familiares.

A Lusitana, enquanto reputada agência funerária, poderá facultar-lhe todo o apoio logístico que precisa nesta altura sensível, disponibilizando-lhe, desde o início, não só um serviço de atendimento sem interrupções, veículos e equipas especializadas, mas também um leque de serviços de grande qualidade, desde os serviços de florista ou de fornecimento de água, café e chá para apoiar o velório, até ao nosso aconselhamento personalizado para a escolha e aquisição de um jazigo condizente com as suas expectativas.

Desta forma, se gostaria de usufruir de assistência profissional para lhe ajudar a lidar com qualquer procedimento inerente a um funeral, não hesite e contacte-nos, para que possamos facultar-lhe toda a ajuda que necessita.

 

Campas de mármore ou granito? Como escolher?

Sabia que há cada vez mais pessoas a adquirirem campas sem que para isso tenham perdido algum ente querido? Muitos preferem tratar daquela que será a sua última morada ainda em vida, poupando assim os familiares a preocupações num momento de dor. Além disso, a aquisição prévia de uma campa permite a escolha dos materiais e dos elementos decorativos, de acordo com o gosto pessoal.

campas

Regra geral, as campas têm essencialmente dois tipos de pedra: mármore ou granito. Na hora de escolher impera em primeiro lugar o gosto do cliente. Ambos podem ser colocados no cemitério, devendo usar-se produtos próprios para cada pedra. Por isso, o indicado é que todo o processo, desde a seleção à compra e respetiva instalação deve ser assegurado por profissionais especializados.

Campas de mármore ou granito são as mais comuns

Para garantir a boa conservação da pedra é essencial que não utilize produtos corrosivos na sua limpeza. Estes são responsáveis por manchar e danificar o material, danos que são irrecuperáveis. Porém, isso não invalida a necessidade de uma manutenção regular. Portanto, para assegurar o estado natural das campas, sejam de mármore ou granito, basta limpá-las com sabão neutro, água e esponja não abrasiva ou um pano.

Quando se fala de resistência, as campas de granito são superiores às de mármore, pois dificilmente se degradam, mesmo que estejam em zonas mais sujeitas a intempéries. Esta pedra resiste à abrasão, à ação da água e ao impacto. Por isso, embora mais caras, estas campas podem apresentar uma boa relação custo/ benefício.

O granito tem uma durabilidade indefinida

Em termos de durabilidade, o granito é o melhor material, pois não tem um prazo de validade. Já o mármore pode degradar-se mais facilmente, dependendo da sua qualidade. Para quem pretende um mármore para campas tão resistente como o granito terá que estar consciente de que este é mais caro.

Além disso, na hora de limpar é necessário ter maiores cuidados, uma vez que o mármore pode quebrar mais facilmente ou lascar. No entanto, estes materiais são muito elegantes, existindo em várias tonalidades e, acima de tudo, em vários preços. São portanto a opção mais procurada, pois existem materiais de mármore com menor ou maior qualidade, encontrando-se soluções para todas as carteiras.

Para encontrar a melhor oferta de campas opte por consultar uma empresa especializada neste negócio e que tenha já uma longa experiência

Agências funerárias: tanatopraxia profissional exigida

Desde Dezembro de 2010, as agências funerárias em Portugal são obrigadas a ter pelo menos um profissional de tanatopraxia. O tanatopractor detém funções além do embelezamento dos corpos, daí se justificando a sua relevância numa agência. Além disso, o objectivo da sua formação profissional está muito direccionado para o tratamento dos corpos para que não constituam um risco para a higiene e para a saúde pública. agências funerárias

Em Portugal, esta medida que já conta com 5 anos é particularmente relevante, uma vez que é muito habitual os entes queridos dos falecidos gostarem de se aproximar do seu corpo para lhe tocar e para o beijar. Assim, mesmo que algumas agências funerárias de menor dimensão ainda não contassem com o apoio de um profissional de tanatopraxia, estas acabaram por ter de formar os seus empregados, para que obedecessem às regras do recente decreto-lei. Por outro lado, os grupos de serviços funerários do país tiveram mais facilidade em adaptar-se, como é o caso da Servilusa, dado que nas suas equipas alargadas encontram-se sempre profissionais com habilitação para dar formação na área.

O maior obstáculo nos meses que se seguiram à publicação do decreto foi encontrar cursos de formação certificada em tanatopraxia em Portugal, uma vez que a tanatopraxia é mais usual em países como França e Espanha. Afinal, muitos dos profissionais mais antigos encontravam-se em posição de justificar os seus conhecimentos através da sua experiência de décadas na área.

Deste modo, os profissionais mais experientes puderam completar menos de 200h de formação, enquanto os mais jovens foram obrigados a frequentar 1125h. A oferta formativa tem de contemplar obrigatoriamente módulos de anatomia, medicina legal, reconstrução e ética.

Pouco menos de um ano após o decreto-lei acerca da actividade tanatopractora ter entrado em vigor, o Público lançou uma reportagem que retrata com exactidão as recentes alterações no funcionamento das agências funerárias.

Quais as funções de um tanatopractor nas agências funerárias?

As funções mais conhecidas dos profissionais de tanatopraxia (do grego thánatos – morte, e praxis – acção) nas agências funerárias são a aplicação de métodos que permitem a conservação temporária dos corpos, atrasando a sua decomposição, a sua reconstrução em caso de mutilação e a sua preparação para que possam ser vistos imaculados durante a celebração fúnebre.

Ao retirar e minimizar a libertação de fluidos e bactérias pelo corpo, substituindo até o sangue por soluções anti-bacterianas, embelezando o corpo através da sua limpeza, maquilhagem e roupas, o cadáver mantém-se com uma boa cor e em condições de ser visto e transportado durante uma maior duração.

Mais do que tecnicizar a morte, estes métodos de conservação praticados pelas agências funerárias permitem tornar menos duro o luto das famílias e amigos, permitindo-lhes uma última despedida e garantindo-lhes uma última imagem o mais fiel possível dos que partiram.

A tradição funerária: saudade, celebração e simbolismo

A tradição funerária foi evoluindo ao longo dos tempos, de comunidade para comunidade. De qualquer forma, o ritual de funeral sempre teve como objectivo a despedida de uma pessoa querida falecida e, no caso de alguns povos, invocar os espíritos dos antigos para que pudessem levar as almas dos mortos para a vida depois da morte, ou simplesmente para celebrar a vida dos que haviam partido. funerais

Seja como for, quaisquer que sejam as crenças religiosas ou fúnebres, os funerais são ocasiões solenes com grande carga simbólica, cuja preparação deve ser levada com todo o cuidado possível, para que a última celebração da vida dos falecidos decorra conforme planeado.

Em poucas palavras, uma agência funerária deve estar preparada para realizar cerimónias de todas as religiões ou crenças, e é recomendável que os seus profissionais se encontrem familiarizados com diversos tipos de celebração e atitudes perante um funeral. Há pessoas que o levam com maior tristeza, outras que assumem uma posição neutra perante a morte e ainda outras que vêem este rito como o completar de um ciclo inevitável na vida de alguém – isto é, há que compreender as diferentes posições a serem assumidas por quem recorre aos serviços de uma agência.

 

Funerais europeus: são todos o “mesmo”?

Um dos maiores erros na compreensão de outras culturas é assumir precipitadamente que as suas tradições e hábitos são semelhantes aos nossos. No entanto, mesmo que existam semelhanças à partida, os rituais fúnebres diferem – por exemplo – em modo de celebração, objectivos, tratamento do corpo e disposição deste (sepultura, cremação, jazigo, …). A tradição funerária varia e não é pouco!

Na Irlanda, a expressão do luto é muitas das vezes realizada através de um ritual chamado “wake” (acordar), que antes tinha como objectivo verificar se os falecidos não iriam realmente acordar. No entanto, hoje em dia o mesmo ritual evoluiu em objectivo: o encontro na casa dos mortos serve para que os seus familiares e amigos convivam e festejem a vida depois da morte.

Já na Lituânia, alguém da família ou entes queridos deve contar as virtudes da pessoa falecida, o que demonstra respeito e constitui uma espécie de agradecimento por tudo de bom que ela praticou em vida.

Na Holanda, outra prática funerária ainda é seguida: tapar as janelas da casa do falecido com lençóis brancos – o que é indicado como, possivelmente, uma maneira de afugentar espíritos malévolos desse espaço (embora sem que haja uma explicação segura do que este ritual antigo veicula).

 

Em suma, a diversidade de celebrações fúnebres alerta os profissionais do ramo para que estejam preparados para organizar funerais de qualquer tradição. A procura de informação é sempre benéfica e permite que seja adoptada uma atitude respeituosa e correcta perante cada cultura funerária que surja.

O jazigo desmistificado: arte e vida na sua decoração

Em geral, os cemitérios são tidos como locais ermos, tristes, desolados e até macabros. A contribuir para tal ideia, o jazigo enquanto ponto integrante dos cemitérios parece trazer um maior significado negativo e melancólico – tanto por ser construído em pedra, um material frio, como por se saber que é nessa edificação de tamanho pequeno ou médio que se encontram os corpos de quem já faleceu. jazigo

No entanto, os jazigos têm significados bastante mais ricos – não só enquanto forma tradicional de albergar os mortos numa sepultura mais complexa, mas também por serem uma forma de arte, capaz de veicular mensagens simbólicas. Aliás, o jazigo é um local sinónimo de abrigo e refúgio. Famílias inteiras podem aí encontrar-se sepultadas, envolvidas por elementos simbólicos diversos.

 

A arte fúnebre não tem de ser melancólica

No Museu do Louvre, em Paris, a ala dedicada à arte grega alberga alguns túmulos esculpidos de maneiras únicas: casais que aí repousavam juntos são retratados com grandeza na forma de esculturas embutidas nas suas próprias sepulturas, personalidades relevantes nas cidades que são “guardados” por divindades profusamente representadas na pedra que guardavam os seus corpos.

Tal como os túmulos, também os jazigos podem (e devem) ser admirados como uma forma de arte. Um jazigo é também um local de comemoração da vida de alguém e há quem represente os seus feitos e conquistas terrenas dessa forma, na pedra.

No século XIX era mesmo comum os indivíduos mais ricos contratarem os melhores artistas escultores da Europa para produzirem os seus jazigos e túmulos e foi por volta da mesma época que as ferramentas mecânicas e eléctricas mais avançadas começaram a permitir uma ainda maior grandiosidade nestes trabalhos antes manuais. Desta forma, a sofisticação da arte funerária aumentou e os custos da sua realização diminuíram – e puderam ser acrescentados a um jazigo outro tipo de elementos, como grades e portas de metal.

 

A beleza das imagens começa a desmistificar os cemitérios

Em Portugal, um dos cemitérios mais admirados pela beleza das suas sepulturas é o Cemitério dos Prazeres, em Lisboa.

Uma reportagem de Fevereiro de 2014, no Jornal I, retrata-o como um local onde “se contam histórias através de um percurso que junta romances que se tornaram conhecidos por desafiarem as regras sociais da época.” De facto, a arte funerária também conta histórias e até a própria História.

Por isso é que, nos últimos anos, se tem verificado a desmistificação dos cemitérios. O surgimento de um tipo de turismo ligado à apreciação dos cemitérios como locais nobres e artísticos que o comprove. Tal como num museu, os visitantes são convidados a descobrir as histórias e a História inscritas nas sepulturas, a apreciar a beleza das imagens e o trabalho levado a cabo por artistas ao longo dos séculos em cada túmulo e jazigo.

A Importância de uma Casa Funerária num Velório

Uma casa funerária é um estabelecimento, também designado de agência funerária, que se especializa na venda de serviços funerários, bem como de todo o tipo de artigos e produtos relacionados com as cerimónias fúnebres. Todavia, não se limita a vender serviços e produtos, pois, na realidade, é uma âncora na qual as famílias podem confiar, quando um ente querido falece, e as mesmas necessitam de quem trate de todos os aspetos logísticos e materiais associados a uma cerimónia deste tipo. casa funerária

É indubitável que, quando ocorre uma morte, a mesma tem uma carga emocional muito grandes nos familiares, os quais se sentem, de forma recorrente, incapazes de tomar decisões relativas à cerimónia e, como é natural, muitas vezes não sabem quais são os procedimentos a adotar quando alguém morre. É precisamente aqui que uma casa funerária entra, ajudando os familiares a tomar decisões, certificando-se que tudo decorre dentro da normalidade e dentro dos parâmetros de uma cerimónia funeral convencional.

O apoio de uma casa funerária num velório

Uma casa funerária, a par dos seus colaboradores, presta um serviço crítico às famílias. Isto acontece porque, normalmente, a mesma é responsável pelo planeamento e realização de um funeral de acordo com as expectativas dos familiares.

Este tipo de estabelecimento está devidamente familiarizado com todos os trâmites associados à concretização de um funeral, bem como com as decisões que os familiares têm de tomar, possibilitando com que estes percebam as opções que têm ao seu dispor. Além disso, é explicado aos familiares os diferentes produtos disponíveis, de forma a criar uma cerimónia personalizada. No entanto, naturalmente, o apoio prestado pelos seus serviços não se limita ao aconselhamento, engloba ainda a remoção e preparação do corpo, a obtenção de documentos legais inerentes a um funeral, planeamento da cerimónia, preparação da casa mortuária e, naturalmente, o transporte do mesmo, quer para o cemitério, quer para o crematório.

Este apoio tem um valor inestimável, quer para os familiares, quer para quaisquer outras pessoas que queiram velar o corpo e acompanhá-lo até ao local do seu descanso eterno.

Familiarize-se com os serviços prestados por uma casa funerária

Uma casa funerária faculta um leque abrangente de soluções às pessoas que necessitam dos seus serviços, de forma a lhes ajudar quando ocorre a partida de um ente querido, pelo que também é importante que as pessoas estejam familiarizadas com os seus serviços, de forma a que o falecimento não lhes coloque mais pressão sobre os seus ombros da que já existe.

Na realidade, assim que são contactados por um familiar, os colaboradores de uma agência funerária entram em ação, de forma a que os familiares não se preocupem com questões logísticas, quando o mais importante é velarem a pessoa e despedirem-se condignamente da mesma numa cerimónia fúnebre que respeite as memórias e sentimentos de todos os envolvidos.

Para o efeito existem diversos serviços ao dispor das famílias, além dos veiculados acima, como a disponibilização de carros funerários exclusivos, de pessoal devidamente qualificado de apoio, de serviços de florista, divulgação do falecimento nos meios de comunicação pretendidos, tratamento de assuntos relativos às campas e jazigos, entre outros, tudo de forma a permitir com que as pessoas façam o luto sem essas preocupações adicionais.

Saiba como É que os Carros Funerários Funcionam

Os carros funerários representam uma vertente de um funeral que não deve ser descurada. Essas viaturas são as que transportam o seu ente querido, quer para a casa mortuária, quer para o seu destino final, pelo que deve-se procurar saber como todo o processo funciona, de forma a salvaguardar que tudo decorre dentro da normalidade num momento tão sensível como um funeral. 

Naturalmente, esse tipo de viaturas deverá estar associado a um serviço profissional ligado ao ramo, nomeadamente, a agências funerárias, que poderão ser contactadas quando uma pessoa próxima de si partir, seja familiar ou não, de forma a que tratem de todos os aspetos logísticos inerentes a uma cerimónia funerária. carros funerários

Assim, os carros funerários são, indubitavelmente, importantes, pois um funeral é um evento marcante, emotivo, e um carro fúnebre permite transportar com os devidos cuidados e respeito a pessoa que faleceu, com todas as condições que somente uma viatura com essas características pode oferecer.

Como é que os carros funerários funcionam?

Estas viaturas, quando integradas num serviço profissional proporcionado por uma agência funerária, permitem facultar uma ajuda valiosa no transporte do ente que faleceu, pois a viatura funerária, de acordo com o que for contratualizado com a agência, poderá transportar o mesmo até à casa mortuária, onde as pessoas, amigas e familiares, poderão mostrar os seus sentimentos de pesar, velarem e despedirem-se adequadamente do falecido, e, depois, efetuar o transporte até ao seu destino final, seja ele o cemitério ou, pelo contrário, o crematório.

As viaturas são conduzidas por profissionais devidamente competentes e formadas para o efeito, os quais estão habilitados não só a conduzir a viatura, mas também a efetuar o transporte até aos locais pretendidos, bem como a prestar qualquer apoio adicional, nomeadamente no carregamento manual do caixão, sempre com toda a seriedade, prestabilidade e profissionalismo que um evento como este exige.

Os carros fúnebres são, normalmente, um dos principais serviços do pacote oferecido por uma agência funerária, pelo que, ao recorrer-se a uma agência afim, a mesma poderá tratar de todos os aspetos relacionados com o funeral, incluindo este, sem que tenha de se preocupar mais com a logística.

Aspetos a ter em conta nos carros funerários

Os carros funerários são, invariavelmente, necessários, contudo, são também distintos, pois trata-se de viaturas que são personalizadas de acordo com as especificações indicadas pela agência. Sendo assim, quando se escolher uma agência funerária para tratar de tudo o que relacionado com o funeral, inclusive do transporte da pessoa falecida, é importante estar atento a alguns aspetos da viatura, de forma a garantir que obtém um serviço de transporte de acordo com as suas expetativas. Assim sendo, é importante garantir que as viaturas:

  • Cumprem com todas as certificações e normas aplicáveis ao sector
  • Estão adaptadas à funcionalidade a que se destinam
  • Proporcionam todas as condições de conforto e segurança

Esses são todos os aspetos que se deverá ter em conta quando se procurar carros funerários para o funeral de um ente querido. No entanto, nesse sentido, a agência funerária poderá facultar qualquer informação adicional que se pretenda saber sobre as suas viaturas e, além disso, prestar o apoio necessário para tratar de todos os aspetos da cerimónia, permitindo que uma pessoa possa dedicar-se ao luto, em vez de se preocupar com quaisquer assuntos logísticos relacionados com o funeral.